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Exposição de Fotografia

O Património da Covilhã - Um Outro Olhar

de Manuel Ferreira Rodrigues (Universidade de Aveiro)

 

Entre 6 de abril e 11 de setembro, está patente ao público a Exposição de Fotografia Documental O Património da Covilhã - Um Outro Olhar, de Manuel Ferreira Rodrigues (Universidade de Aveiro). A Mostra integra-se no Programa do V Encontro «Indústria, História e Património» (6-8 de Abril).

Trata-se de um conjunto de trinta fotografias, a preto e branco e a cores, que retratam o "olhar" de Manuel Ferreira Rodrigues perante o rico e singular património edificado da Covilhã, evidenciando o património industrial implantado junto às duas ribeiras, a sul e a norte da cidade, e no centro histórico. Também se pode apreciar no centro a antiga judiaria e vislumbrar os testemunhos medievais e quinhentistas ainda patentes nas suas velhas e sinuosas ruelas. Ao longo deste trajeto em imagens, tropeça-se na arte urbana do Wool que tem por mote o passado industrial da Covilhã, Cidade Fábrica.

Saiba + sobre Manuel Ferreira Rodrigues

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Datas
De 6 de abril a 11 de setembro de 2022

Horário
De terça a domingo, das 10h-13h e das 14h30-18h

Acesso
Entrada livre e gratuita


 

 Exposição / Instalação

Draperies

De João Castro Silva

Desde 8 de fevereiro de 2018 | na Real Fábrica Veiga (Área Arqueológica)

 

 

Draperies

Em escultura, por draperie entende-se todo o tipo de indumentárias ou tecidos que representem conjuntos de pregas. Intimamente ligado à representação do corpo humano, as draperies contribuem para a caracterização individual de caracteres. A dinâmica da draperie e a sua capacidade expressiva têm sido continuamente explorados pelos escultores na diferenciação de tipo humanos, proporções, gestos e atitudes.

As draperies acentuam também a perceção de movimento e criam uma maior quantidade de zonas de luz e de sombra sem as quais uma escultura poderá não ter mais que uma tonalidade uniforme de cinzentos.

A plasticidade natural dos tecidos e a possibilidade de com eles se criar uma enorme variedade de tonalidades, fruto da relação entre côncavos, convexos e a luz, permite a exploração do claro/escuro no tratamento de superfícies escultóricas.

João Castro Silva, 2017

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Consultar a Folha de Sala aqui

Local
Museu de Lanifícios da UBI / Núcleo da Real Fábrica Veiga (Área Arqueológica)
Calçada do Biribau, s/n (ao Parque da Goldra), 6201-001 Covilhã
GPS40º 16' 37" N 7º 30' 29" W  

Datas
Desde 8 de fevereiro de 2018

Horário
De terça a domingo, das 9h30 às 12h00 e das 14h30 às 18h00

Condições de acesso
Entrada livre e gratuita


 

Desconstrução e Surrealismo Deconstruction and Surrealism

Exposição de Esculturas e Fotografias de Exhibition of Sculptures and Photographs of

Beata Kotecka

Universidade A. Mickiewicz, Polónia (Mobilidade Erasmus na UBI)

 

De 1 de abril (16h) a 5 de junho de 2022 / Real Fábrica Veiga (Galeria) 

 

"A escultura Orgânica-surrealista é o meu âmbito criativo e, como escultora, a minha inspiração é a natureza orgânica viva. O meu principal objetivo é criar esculturas sem fazer delas uma cópia da natureza, quero tratá-las como uma unidade de igual valor, como todos os outros organismos. As formas não lineares e a fragmentação da superfície são as características elementares do meu método criativo.

Uso a desconstrução, que deve ser entendida não como aniquilação ou caos, mas como reagrupamento criativo de componentes escolhidos, tratando a omissão fragmentária da superfície e a exposição interna da construção em si. Para mim, é formalmente atraente e surrealmente rica a união do espaço externo com o interior de uma escultura

Esta exposição desconstroi e influencia a escala e a hierarquia de choques de claro-escuro, que altera o contorno de uma escultura na sua rotação em torno do eixo, fazendo com que as obras percam o seu caráter comum e “bonito”.  As "conchas" das minhas esculturas não têm equivalente no mundo real. No seu interior têm uma estrutura geometricamente lógica que suporta a carga com seções e nervuras. Quero que elas tenham ordem matemática, como por exemplo proporção áurea.

Os meus trabalhos são criados principalmente em plástico e outros materiais artificiais. Utilizo resinas epóxi combinadas com fibra de vidro e cargas. Também uso cerâmica. Às vezes, experimento combinar as duas técnicas.

"Jamik I", "Jamik II", "Através do vento", "Contra o vento", "Instrumental I", "Instrumental II", "Em crise", "Após a crise", "Linha reta", "Harmonia incompleta", "Erato”... estes são os títulos dos meus trabalhos. São nomes como os que damos às crianças. À medida que a criança cresce, o nome distingue-a de outras. Cada espetador pode dar o nome às esculturas à sua maneira. Por isso, peço que escreva o seu nome nas minhas esculturas ao lado do nome dado por mim. Talvez assim eu possa ver minhas esculturas através dos seus olhos.

Beata Kotecka (Covilhã, Portugal, 1 de abril de 2022)

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Mais Informações:

Horário:
De terça a domingo, das 10h-13h e das 14h30-18h

Localização:
Núcleo da Real Fábrica Veiga / Centro de Interpretação dos Lanifícios
Calçada do Biribau, s/n
6200-001 Covilhã -- Portugal