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Tardes de Quinta no Museu

A Arquitetura e Cinema

com Paulo Trancoso
Presidente da Academia Portuguesa de Cinema

 

1 de junho de 2017 (16h00) | Real Fábrica Veiga (Auditório)

 

Cinema e Arquitectura, uma relação criativa!

As relações do cinema com a arquitetura podem ser observadas por diferentes perspetivas: a própria arquitetura dos espaços do filme, através da construção de cenários ou pela utilização de "décors" realistas em espaços já existentes, ou pelo aproveitamento da arquitetura, da cidade e da paisagem como sujeito da própria história,  transfigurando um espaço real ou construído, dando-lhe novas leituras e interpretações 

 

Breve curriculo do orador:

 Paulo Trancoso nasceu em Lisboa. Tem as licenciaturas em Medicina e em Cinema. Realizador, distribuidor e produtor, em 1982 funda a sua própria companhia, a Costa do Castelo Filmes. Entre as co-produções internacionais em que participou encontramos A Casa dos Espíritos, A Rainha Margot, O Coração da Terra, Comboio nocturno para Lisboa e outros muitos filmes e documentários portugueses como: A selva, Mão, Encontros, Pare, escute e olhe, Duas mulheres, etc.

Atualmente, é Presidente da Academia Portuguesa de Cinema.

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Data
1 de junho(quinta-feira) | 16h00

Local
Museu de Lanifícios da Universidade da Beira Interior | Núcleo da Real Fábrica Veiga (Auditório)
Calçada do biribau, s/n, 6201-001 Covilhã -- Portugal

Tel.: 275 319 724 | Fax: 275 319 712 | E-mail: muslan@ubi.pt

Acesso
Entrada livre e gratuita

 

Tardes de Quinta no Museu

O Arquivo da Delegação do Ministério do Trabalho da Covilhã

com José Ayres de Sá

25 de maio de 2017 (16h00) | Real Fábrica Veiga (Auditório)

A apresentação do Arquivo da Delegação do Ministério do Trabalho da Covilhã, como era conhecida a Unidade Local da Covilhã da atual Autoridade para as Condições de Trabalho (ACT), debruça-se fundamentalmente sobre as causas da implantação deste serviço da Administração do Trabalho na Covilhã nos primeiros anos da década de trinta do século XX, início do Estado Novo. Serão igualmente abordados os conteúdos informativos e a relevância do acervo documental que foi sendo acumulado por esta unidade da ACT ao longo de oitenta e quatro anos de atividade na promoção de melhores condições de trabalho.

Breve curriculo do orador

José Afonso Nogueira Ayres de Sá, com a licenciatura em Direito concluída em 1972 iniciou a sua atividade profissional nessa mesma data. Passa a exercer funções no Instituto Nacional de Trabalho e Previdência (INTP), em Santarém, a partir de 1 de fevereiro de 1973.

Torna-se dirigente da Unidade local da Covilhã da ACT entre 26 de Janeiro de 1976 e 31 de Março de 2009 e, entre 1996 e Março de 2009, docente da Universidade da Beira Interior, na Covilhã.

Associada ainda à sua atividade principal, torna-se coordenador das Relações Internacionais da Autoridade para as Condições de Trabalho, perito da Organização Internacional do Trabalho (OIT) e da Rede da Organização do Trabalho Europeia (European Work Organization Net), formador internacional e consultor e formador em projetos PME's.

Foi coordenador das comemorações do Centenário da Inspeção do Trabalho Portuguesa (1916-2016), que decorreram em 2016.

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Data
25 de maio (quinta-feira) | 16h00

Local
Museu de Lanifícios da Universidade da Beira Interior | Núcleo da Real Fábrica Veiga (Auditório)
Calçada do biribau, s/n, 6201-001 Covilhã -- Portugal
Tel.: 275 319 724 | Fax: 275 319 712 | E-mail: muslan@ubi.pt

Acesso
Entrada livre e gratuita


 Dia Internacional dos Museus 2017

Museus e histórias contestadas: dizendo o indizível nos museus

  18 de maio de 2017| Núcleo da Real Fábrica Veiga

No próximo dia 18 de maio assinala-se mais um Dia Internacional dos Museus, este ano subordinado ao tema Museus e histórias contestadas: dizendo o indizível nos museus, proposto pelo ICOM Internacional, que a Direção-Geral do Património Cultural (DGPC), em colaboração com o ICOM Portugal, divulgará a nível nacional as atividades propostas pelas entidades públicas e privadas aderentes a esta efeméride. A programação geral efetuada está disponível aqui, através do website da DGPC.

Em prol deste dia festivo, o Museu de Lanifícios da Universidade da Beira Interior apresenta um programa de atividades que destaca o papel cultural e patrimonial do seu núcleo museológico fundador, as Tinturarias da Real Fábrica de Panos, classificadas como Imóvel de Interesse Público em 1982, que, este ano, cumprem 25 anos após conclusão das obras de requalificação construtivas, arqueológicas e museológicas, em 30 de abril de 1992.

PROGRAMA | 18 de maio

Exposições Permanentes “Da Manufactura à Industrialização dos Lanifícios”

// Tinturarias Pombalinas da Real Fábrica de Panos (Séc. 18) > Rua Marquês d’Ávila e Bolama, Covilhã

// Real Fábrica Veiga: Industrialização dos Lanifícios (Séc. 19-20) > Calçada do Biribau, Covilhã

Horário: 9h30 – 12h00 | 14h30-18h00 | Entrada Gratuita

// Visita orientada ao Núcleo da Real Fábrica de Panos pela Dra. Elisa Calado Pinheiro (Diretora Ap.ª do Museu)> Rua Marquês d’Ávila e Bolama, Covilhã

Horário: 10h30 (Máximo de 25 participantes, por marcação ou ordem de chegada)

Exposição Temporária | Real Fábrica de Panos

// Tinte descoberto, museu aberto

Exposição comemorativa do 25º aniversário do Museu de Lanifícios. Este ano, celebra-se a inauguração do Museu de Lanifícios em 30 de abril de 1992, após as obras de construção e de intervenções arqueológicas e museológicas da área das tinturarias da Real Fábrica de Panos (até 30 de julho).

Horário: Sessão de inauguração às 14h30 | Entrada Gratuita

Tarde de Memória no Museu de Lanifícios | Auditório da Real Fábrica Veiga

Colóquio comemorativo dos 25 anos do Museu de Lanifícios, que conta com a presença e testemunho dos principais intervenientes no processo de requalificação da área das tinturarias da Real Fábrica de Panos, desde a descoberta das estruturas arqueológicas na década de 1970 até à inauguração em 30 de abril de 1992.

Horário : 15h00 - 18h30 | Auditório da Real Fábrica Veiga

Exposição Temporária| Real Fábrica Veiga

// Desenhos de Portugal  Sketches of Portugal - Maria Lopes

Os desenhos em mostra resulta de uma série de viagens que a artista protagonizou por Portugal nos últimos três anos, que retratam os mais belos exemplares do património arquitetónico e natural português, que poderão vir a ilustrar uma obra de promoção artística e turística (até 2 de julho).

Horário: Sessão de inauguração às 18h30

Concerto Musical | Real Fábrica Veiga

// Concerto Musical com as orquestras de sopro e de metais da EPABI - Escola Profissional de Artes da Covilhã

Horário: 21h30

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Mais informações:
Museu de Lanifícios da Universidade da Beira Interior
Secretariado: Andreia Alves (tel. 275 319724 ou e.mail muslan@ubi.pt).

Condições de ingresso:
Entrada livre e gratuita


 Exposições e percurso pedestre

Dia Internacional dos Monumentos e Sítios 2017

Património Cultural e Turismo Sustentável

  18 de abril de 2017| Núcleo da Real Fábrica Veiga

No próximo dia 18 de abril assinala-se mais um Dia Internacional dos Monumentos e Sítios (DIMS), este ano subordinado ao tema Património cultural e turismo sustentável, proposto pelo ICOMOS Internacional, que a Direção-Geral do Património Cultural (DGPC), em colaboração com o ICOMOS, divulgará a nível nacional as atividades propostas pelas entidades públicas e privadas aderentes a esta efeméride. A programação geral efetuada está disponível aqui, através do website da DGPC.

Em prol deste dia festivo, o Museu de Lanifícios da Universidade da Beira Interior apresenta um programa de atividades que destaca o papel cultural e turístico do seu núcleo museológico fundador, as Tinturarias da Real Fábrica de Panos, classificadas como Imóvel de Interesse Público em 1982, que, este ano, cumprem 25 anos após conclusão das obras de requalificação construtivas, arqueológicas e museológicas, em 30 de abril de 1992.

PROGRAMA | 18 de abril

Exposições Permanentes “Da Manufactura à Industrialização dos Lanifícios”

// Tinturarias Pombalinas da Real Fábrica de Panos (Séc. 18) > Rua Marquês d’Ávila e Bolama, Covilhã

// Real Fábrica Veiga: Industrialização dos Lanifícios (Séc. 19-20) > Calçada do Biribau, Covilhã

Horário: 9h30 – 12h00 | 14h30-18h00 | Entrada Gratuita

// Visitas orientadas ao Núcleo da Real Fábrica de Panos > Rua Marquês d’Ávila e Bolama, Covilhã

Horário: 10h00 e 16h30

Exposição Temporária | Real Fábrica Veiga

// Pensar pelo Desenho | de António Delgado

A presente  exposição é um ensaio prático/visual sobre o processo criativo do autor e o seu conteúdo pedagógico. Apresenta processos na forma de desenhar e conceber o trabalho em escultura, tecido e iniciado a partir do desenho (até 23 de abril).

Horário: 9h30-12h00 | 14h30-18h00 | Entrada Gratuita

Percursos pelo Património Industrial

// Peddy-Paper na Goldra – Ao encontro do património local | Percurso Pedestre para Equipas

Percurso pedestre associado a perguntas e alguns enigmas que permitirá aos visitantes explorarem a ribeira da Goldra, também apelidada de ribeira dos Pisões, descobrindo fábricas antigas, edifícios remodelados, toponímia, chaminés e outros vestígios.

Horário: 10h00–12h00 (c. 1h30/2h00) >> Marcação prévia junto do secretariado do Museu

Grau de dificuldade: Fácil
Ponto de partida: Real Fábrica Veiga > Calçada do Biribau, Covilhã
Ponto de chegada: Real Fábrica de Panos > Rua Marquês d’Ávila e Bolama, Covilhã

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Mais informações:
Museu de Lanifícios da Universidade da Beira Interior
Secretariado : Andreia Alves (tel. 275 319724 ou e.mail muslan@ubi.pt).

Condições de ingresso:
Entrada livre e gratuita


 Congresso de Encerramento das Comemorações da Santa Casa da Misericórdia do Fundão

A Misericórdia do Fundão: 500 Anos de Solidariedade

3 e 4 de março | Auditório da Santa Casa da Misericórdia do Fundão

A Santa Casa da Misericórdia do Fundão (SCMF) em colaboração com a Universidade da Beira Interior, através do Museu de Lanifícios, realiza, nos dias 3 e 4 de março, o Congresso “A Misericórdia do Fundão: 500 anos de Solidariedade”.

O encontro terá lugar no auditório da SCMF e destina-se a historiadores, investigadores, estudantes de história e áreas afins, encerrando as comemorações dos 500 anos da Santa Casa da Misericórdia do Fundão (Diocese da Guarda).

A comissão científica do congresso é constituída por Manuela Mendonça, presidente da Academia Portuguesa da História; Vítor Serrão, historiador e professor catedrático na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e António Santos Pereira, historiador, professor na Universidade da Beira Interior e diretor do Museu de Lanifícios da Universidade da Beira Interior.

Os congressistas deste encontro irão refletir sobre «A Santa Casa do Fundão história e actualidade»; «Missão e valores das Misericórdias da fundação aos nossos dias: a solidariedade o ensino e a saúde»; «Os congressos das misericórdias e o intercâmbio nacional e internacional como elo de desenvolvimento»; «As misericórdias os emigrantes e imigrantes»; «As misericórdias a igreja e o estado: a experiência da democracia e as parcerias de desenvolvimento»; «Figuras locais e nacionais na história das misericórdias»; «As misericórdias e a defesa do património documental e artístico»; «Misericórdias e lusofonia: experiências de voluntariado».

O congresso tem como objetivo “a promoção da análise e discussão quanto à importância histórica e social da intervenção das Misericórdias desde as suas origens até à atualidade”.

Saiba + http://congressoscmf.wixsite.com/500anos

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 Tardes de Quinta no Museu com um Colóquio de Desenho . Escultura

Pensar pelo Desenho

 

2 de março de 2017  16h00 | Real Fábrica Veiga (Auditório)

 

Na próxima Tarde de Quinta no Museu, no dia 2 de março (quinta-feira), a partir das 16h00h, irá ter lugar na Real Fábrica Veiga o Colóquio "Pensar pelo Desenho", que contará com as presenças do autor das obras apresentadas na Exposição com o mesmo nome, António Delgado (Escola Superior de Artes e Design do Instituto Politécnico de Leiria), de Francisco Paiva (Faculdade de Artes e Letras da Universidade da Beira Interior) e Rui Pereira (Editor e Designer).

O Colóquio será procedido, às 17h30, da inauguração da Exposição "Pensar pelo Desenho", de António Delgado, que estará patente ao público na Galeria da Real Fábrica Veiga de 2 de março a 23 de abril de 2017.

 

Oradores do Colóquio:

António Delgado | Autor
Escola Superior de Artes e Design do Instituto Politécnico de Leiria

Os trabalhos desta exposição representam a pesquisa de campo de um "científico" ou de um etnógrafo, não no estrito sentido da palavra, e são apresentados também como testemunhos arqueológicos, já que estes desenhos são inspirados em formas agrícolas arcaicas, imaginadas pelo ser humano para dominar a terra e sobre as quais se descobrem e inventam novas fórmulas espaciais. Mostrar estas ferramentas etnográficas, como designo o meu trabalho dentro dos limites do desenho, significa reduzir a forma tridimensional exterior ao espaço bidimensional da folha, com uma consciência crítica e sistemática, tal como faz o científico que descreve um amplo campo de noções com as quais recria a natureza. Esta forma de ver e fazer dá-me uma melhor compreensão do mundo, daquilo que me rodeia, evidenciando ao mesmo tempo a transformação permanente da vida e das coisas pela maneira como as vimos. Ao rever estes desenhos, encontro no silêncio do meu atelier sugestivos modos da sua aplicação em técnicas associadas à arquitetura, à criação industrial, à engenharia, ao design, ao debuxo e, essencialmente, ao desenho e a forma como se pensa através dele.

 


 

Francisco Paiva | Professor Especialista em Desenho
Faculdade de Artes e Letras da Universidade da Beira Interior

Francisco Paiva fará uma alocução inicial, refletindo sobre quão longe a obra de António Delgado conduz o projeto artístico, seja por meio do desenho e da complexa teia de relações que o instrumento gráfico convoca, seja por via da obra escultórica que lhe dá corpo e qualifica o entorno material. Propondo um necessariamente breve périplo sobre a imbricação destes temas, discutindo as suas interdependências e tensões, tanto do ponto de vista concetual como na esfera do sensível, atenderá à qualidade da obra exposta, ao quadro cultural em que esta surge e ao singular percurso do autor.


Rui Pereira | Editor e Designer

Idealizar um livro, um diário, um caderno de memórias é considerar que este transpôs a sua identidade individual, do eu criador, para onós contempladores - participantes desta caminhada ao folhear a obra. O design gráfico ao somar a matéria do livro texto e imagem designa o objeto, o editado. A capacidade comunicativa como vínculo do conhecimento, em forma de livro, é aqui uma manifestação pela cultura - todos somos convidados a declarar, a espreitar, a ver e ler um todo que aqui emerge. O diálogo, o debate, o questionamento inerente à obra plástica expressa o seu caráter livre. O desenho, o traço de António Delgado, determina o propósito, o desígnio formal, da criação do escultórico.

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Data
2 de março (quinta-feira) | 16h00

Acesso
Entrada livre

Local
Museu de Lanifícios da UBI / Núcleo da Real Fábrica Veiga
Rua Marquês d'Ávila e Bolama, 6201-001 Covilhã

Contactos
Tel.: + 351 275 319 724 | Fax: + 351 275 319 712 | E-mail: muslan@ubi.pt