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 Meia hora no Museu com uma peça

17 de março | Tinturaria das Dornas na Real Fábrica de Panos

Caldeira [Modelo] e dorna de tingir, séc. XVIII-XIX

Dorna de Tingir

Marca: Sem marca
Proveniência: Tinturaria Cambournac, Sítio da Ribeira do Papel, Agualva-Cacém
Doação: Cedida em 1992, pelo Instituto Português do Património Cultural (IPPC), Lisboa, 1992-2006

A arte de tingir consiste em “impregnar o mais profundo possível as fibras, com as matérias corantes, as quais se fixam mecanicamente ou por afinidade química ou ainda por afinidade química e mecanicamente” (Chevreul).

A tinturaria era, sobretudo, uma arte, dependente de uma vasta gama de receitas, cujo conhecimento era segredo de ofício. No século XVIII tingir em caldeira ou dorna obrigava a um esgotante trabalho em que o homem era simultaneamente motor e artífice. Tornos ou sarilhos, forcalhas e rodos eram os mecanismos ou as ferramentas essenciais.  

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